01 août 2007

Timor-Leste: Braço de ferro da Fretilin com Parlamento e Ramos Horta

Público: 01.08.2007 - 20h48 Adelino Gomes

Eleitos da Fretilin deixaram de comparecer no Parlamento. Cimeira de Horta com Xanana Gusmão e Alcatiri adia decisão presidencial até sexta-feira.

Os deputados da Fretilin deixaram de comparecer no Parlamento nacional timorense, inviabilizando desta forma a constituição de um Governo saído das eleições de 30 de Junho.

A decisão foi tomada após a votação, esta terça-feira, que entregou os cinco lugares da mesa do Parlamento exclusivamente a membros da Aliança com Maioria Parlamentar (AMP).

Para regressar ao Parlamento, a Fretilin exige a satisfação de um “pacote de acordo” que passa pelo envolvimento desde partido na formação do próximo Governo, na mesa do Parlamento e na direcção das comissões parlamentares.

O primeiro efeito prático desta decisão da Fretilin foi o adiamento até sexta-feira, pelo Presidente Ramos Horta, do anúncio público do nome que iria dirigir o próximo Governo.

Esta quarta-feira, Ramos Horta chamou os líderes dos dois partidos mais votados nas eleições – Alcatiri (Fretilin) e Xanana Gusmão (CNRT) – numa última tentativa de reconciliação.

Nenhuma informação foi prestada publicamente sobre este encontro, mas o adiamento por Horta do anúncio da sua decisão indicia a esperança de alguma espécie de acordo ainda ser alcançado até lá.

O secretário-geral da Fretilin, Alcatiri, convocou uma conferência de imprensa para esta quinta-feira, na qual explicará as razões que levaram o seu partido a não comparecer no Parlamento.

O primeiro-ministro derrubado de Timor-Leste quer o seu cargo de volta (*)

Associated Press

Agosto 1, 2007 Quarta-feira 9:22 AM GMT


Por GUIDO GOULART, Escritor da Associated Press

DILI Timor-Leste

O derrubado Primeiro-Ministro Mari Alkatiri anunciou na Quarta-feira que disputava o seu velho cargo (*), um gesto que muito provavelmente aumentará as tensões em Timor-Leste dado que isso dividirá a elite política embrulhada na feitura do novo governo.

A pequena nação tem estado num limbo político desde que os confrontos entre forças de segurança se transformaram em guerra de gangs há um ano atrás, deixando dúzias mortos e levando mais de 150,000 a fugirem das suas casas antes do jovem governo ter caído.

As eleições legislativas em Junho falharam em produzir um vencedor claro e com os partidos rivais incapazes de acordar sobre quem deve governar, o Presidente José Ramos-Horta ameaçou tomar uma decisão unilateral na Sexta-feira, conforme é sua prerrogativa constitucional.

Há receios de que a escolha do primeiro-ministro e de outros membros de topo do governo desencadeia nova violência, e o anúncio de Alkatiri, que foi derrubado no pico do desassossego do ano passado, acrescentou as tensões.

Depois de antes ter afirmado que não quer ser primeiro-ministro, Alkatiri disse na Quarta-feira que será o candidato do seu partido, a Fretilin, que ganhou as eleições legislativas mas sem a maioria necessária para governar sozinha.

Uma coligação de partidos liderado pelo antigo presidente Xanana Gusmão tem mais lugares, e diz que liderará o próximo governo.

"Estou ponto para voltar," disse Alkatiri, que tem muitos inimigos no interior da elite do partido do governo. "Se uma pessoa como Xanana Gusmão está pronta para ser primeiro-ministro ... porque não uma pessoa como eu?

"Como presidente, ele falhou em garantir a unidade nacional e a reconciliação nacional."

Timor-Leste, que se libertou de décadas da muitas vezes brutal governação da Indonésia em 1999 depois de uma votação patrocinada pela ONU, está a enfrentar desafios sérios de segurança, humanitários e económicos apenas cinco anos depois de se ter tornado oficialmente o mais novo Estado da Ásia.

Desemprego na nação de menos de um milhão de pessoas atinge os 50 por cento, batalhas de gangs continuam a irromper na capital, e agências humanitárias avisaram que um quinto da população está ameaçada de carências alimentares depois do falhanço das culturas.

O prolongado impasse político é mais uma preocupação do povo.

Ramos-Horta tem apelado repetidas vezes para um governo de unidade.

Ameaçou várias vezes que nomeará ele próprio a nova liderança, mas acabou por prolongar a data final no último minuto. Tornou a fazê-lo na Quarta-feira, dizendo que depois de conversações de um dia inteiro com partidos rivais, sentiu que era necessário dar-lhes mais tempo.

"Querem falar uns com os outros. Querem ... encontrar uma alternativa, uma solução que possa assegurar a paz e a estabilidade no país," disse. "Não posso fechar a porta quando os partidos em disputa querem diálogo."

Quinta-feira, Agosto 02, 2007
Comentários ao artigo da AP – O ptimeiro-ministro derrubado de Timor-Leste quer o seu cargo de volta

Tradução da Margarida:

(*) Contactámos o Dr Alkatiri acerca do artigo junto em baixo. Ele nega ter feito as afirmações citadas no artigo da AP.

Ele disse publicamente em várias ocasiões que não quer ser PM e não se nomeará a si próprio candidato para o cargo de PM. Disse à Comissão Política Nacional da FRETILIN que não quer ser PM tão recentemente quanto no fim-de-semana (por favor veja o comunicado de imprensa enviado para a lista do ETAN no Domingo, 29 de Julho).

Cumprimentos

FRETILIN Media

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Publicada por Malai Azul em http://timor-online.blogspot.com/

Timor-Leste: FRETILIN não vai comparecer no Parlamento

Quarta-feira, Agosto 01, 2007


Enquanto que não houver um pacote de acordo que envolva a direcção da Mesa do Parlamento e a formação do Governo.

Publicada por Malai Azul em http://timor-online.blogspot.com/

Timor-Leste: "Pediram-me mais tempo" - PR Ramos-Horta sobre adiamento do anúncio do novo primeiro-ministro

Lusa - 1 de Agosto de 2007, 09:15

Díli - O Presidente timorense adiou hoje pelo menos até sexta-feira o anúncio sobre o convite para a formação de governo, explicando que "todos pediram mais tempo" para encontrar uma solução de governação que inclua a Fretilin e a oposição.

José Ramos-Horta encontrou-se hoje com os dirigentes da Fretilin, Francisco Guterres "Lu Olo" e Mari Alkatiri, e depois com o presidente do Congresso Nacional de Reconstrução de Timor-Leste (CNRT), José Ramos-Horta, e com o secretário-geral do Partido Democrático (PD), Mariano Sabino.

O CNRT e o PD, com a coligação da ASDT/PSD, integram a Aliança para Maioria Parlamentar (AMP), que pretende formar um governo em alternativa à Fretilin.

O Presidente da República recebeu uma segunda vez os dois dirigentes máximos da Fretilin e, ao princípio da tarde (hora local), teve ainda uma reunião em que participaram "Lu Olo", Mari Alkatiri e Xanana Gusmão.

"Todos eles pediram para eu dar mais tempo porque querem continuar a fazer esforço para encontrar uma solução que seja satisfatória" para a Fretilin e a AMP, explicou José Ramos-Horta numa curta declaração à imprensa no Palácio das Cinzas, sede da Presidência da República.

PRM-Lusa/fim

Timor-Leste: Tensão em Díli antes do anúncio de PR sobre Governo

Lusa - 1 de Agosto de 2007, 07:11

Díli - Um grupo de apoiantes da Fretilin está concentrado na sede do Comité Central do partido, em Comoro, Díli, e vários incidentes sem gravidade ocorreram desde manhã na avenida que atravessa o centro da capital timorense.

Os manifestantes aguardam o anúncio de José Ramos-Horta sobre quem vai indigitar para formar o IV Governo Constitucional de Timor-Leste.

"Se o Presidente da República não convidar a Fretilin, haverá consequências", avisou uma das militantes do partido, Joana Vasconcelos, da Organização Popular das Mulheres Timorenses (OMPT), em declarações à agência Lusa.

José Ramos-Horta anuncia às 16:00 (08:00 em Lisboa) se convida a Fretilin, o partido mais votado nas legislativas mas sem maioria absoluta, ou a Aliança para Maioria Parlamentar (AMP), que reúne os quatro maiores partidos da oposição.

O candidato da AMP ao cargo de primeiro-ministro, o ex-Presidente Xanana Gusmão, foi recebido ao final da manhã por José Ramos-Horta.

Mais tarde, foi a vez do presidente e do secretário-geral da Fretilin, Francisco Guterres "Lu Olo" e Mari Alkatiri, serem recebidos no Palácio das Cinzas.

Bloqueios ocasionais da principal avenida da capital, em Comoro, foram rapidamente resolvidos pelas forças de segurança e a área encontra-se sob um forte dispositivo que envolve militares e meios aéreos das Forças de Estabilização Internacionais (ISF).

Nos dois acessos a Díli a partir do leste do país, em Becora e no Cristo-Rei, a GNR e as ISF montaram dois postos de controlo para filtrar a entrada de manifestantes provenientes de Baucau, afirmou à Lusa uma fonte oficial da missão internacional (UNMIT).

PRM-Lusa/fim

Timor-Leste: Presidente adia por 48 horas a nomeação do Primeiro-Minsitro

O Presidente de Timor-Leste, José Ramos Horta adiou por 48 horas a nomeação do Primeiro Ministro, na sequência da ameaça por parte da Fretilin em como abandonaria o parlamento se o candidato da Fretilin não fosse escolhido para formar governo.


O secretário Geral da FRETILINI, Mari Alkatiri já anunciou que estava disponivel para ocupar o cargo de Primeiro Ministro uma vez que o seu partido foi o partido mais votado.

Lido em http://aquietimorlestenumeroum.blogspot.com/

Timor-Leste: Cronologia da FRETILIN até à Restauração da Independência

Tradução da Margarida:

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DO TIMOR-LESTE INDEPENDENTE
FRETILIN

1 Agosto 2007

Cronologia da FRETILIN até à Restauração da Independência

Em baixo está uma breve cronologia da história da FRETILIN até ao período da Restauração da Independência em 20 Maio 2002.

Janeiro 1970- Alguns poucos jovens Timorenses começam a discutir como alcançar a independência de Portugal. Este grupo inclue Mari Alkatiri, Nicolau Lobato, Justino Mota e José Ramos Horta. Iniciaram um movimento para defender o nacionalismo Timorense.

25 Abril 1974- Golpe de Estado (Revolução dos Cravos) em Portugal significa o início do processo de descolonização do Império Português.

20 Maio 1974- Associação Social-Democrata Timorense ou Associação dos Timorenses Sociais Democratas (ASDT) foi criada para defender o direito à independência imediata para o povo Timorense.

11 Setembro 1974- ASDT é transformada na FRETILIN para unificar todos os Timorenses. É introduzido o conceito de unidade nacional.

11 Agosto 1975- UDT inicia um Golpe de Estado com o apoio do Comandante da Polícia Maggiolo Gouveia. Militantes da UDT mataram, ameaçaram e queimaram casas de membros e apoiantes da Fretilin.

Nicolau Lobato perdeu o irmão mais novo, José Lobato, durante o golpe da UDT.

11 Agosto 1975- A liderança da FRETILIN declara a insurreição geral armada em Aisirimou – Aileu, sul de Dili.

20 Agosto 1975- Tropas Timorenses decidem defender a FRETILIN contra o golpe da UDT. As FALINTIL criadas como a ala armada da FRETILIN'. Combateu-se uma guerra civil entre a FRETILIN e a UDT. Muitas pessoas de ambos os lados foram mortas e feridas.

27 Agosto 1975- Governador Português Lemos Pires e o seu comité são evacuados de Dili por barco para a ilha de Ataúro imediatamente a norte da capital. Timor-Leste ficou sem qualquer poder administrativo.

Outubro 1975- Tropas Indonésias começam os assaltos na fronteira Timorense em preparação de uma invasão em toda a escala.

28 Novembro 1975- FRETILIN declara unilateralmente Timor-Leste como nação independente com o nome de "República Democrática de Timor-Leste".
A decisão de declarar a independência foi tomada pela FRETILIN porque acreditavam que seria pais efectiva para ganhar o apoio internacional contra a esperada invasão Indonésia e ocupação se Timor-Leste fosse uma nação independente (como oposto a uma antiga colónia Portuguesa).

Também, muitos Timorenses diziam que preferiam lutar e morrer para uma pátria independente como oposto a uma colónia Portuguesa.

30 Novembro 1975- FRETILIN forma o primeiro governo. Xavier Amaral é escolhido Presidente e Nicolau Lobato Primeiro-Ministro. Mari Alkatiri é Ministro dos Negócios Políticos.

4 Dezembro 1975- Delegação do Comité Central da FRETILIN que eram também membros do Governo da RDTL deixam Timor-Leste para desempenhar uma missão diplomática: Mari Alkatiri, José Ramos Horta e Rogério Lobato. Mari Alkatiri é nomeado responsável da missão diplomática.

7 Dezembro 1975- Invasão de Timor-Leste pelas Forças Militares Indonésias. A FRETILIN evacua Dili e retira-se para as áreas montanhosas à volta de Dili. Preparações para defesa contra uma invasão de toda a escala estão bem avançadas com a FRETILIN a armazenar fornecimentos de comida e armas nas montanhas de Timor-Leste para a batalha de vida e de morte que estava para vir.

15 Maio 1976 a 2 Junho 1976- II Sessão Plenária do CCF em Soibada para decidir sobre a estratégia para a resistência contra a ocupação militar Indonésia.

14 Setembro 1977- Xavier do Amaral expulso da FRETILIN.

Outubro 1977- Nicolau Lobato nomeado Presidente da FRETILIN, Presidente da RDTL e comandante-em-chefe das FALINTIL. Mau Lear torna-se Vice-Presidente e Primeiro-Ministro; Vicente dos Reis Sa'he foi nomeado Comissário Político Nacional.

20 Maio 1978- Presidente Nicolau faz a sua última declaração nacional a Timor-Leste.

31 Dezembro 1978- As Forças Militares Indonésia matam a tiro Nicolau Lobato na região central montanhosa de Maubisse.

Março 1981- Primeira Conferência de Quadros para re-organizar a FRETILIN e definir uma nova estratégia para a resistência. A FRETILIN cria o CRRN – Conselho Revolucionário da Resistência Nacional.

1983- José Ramos Horta sai da FRETILIN.

Dezembro 1987- A liderança da FRETILIN cria o CNRM - Conselho Nacional da Resistência Maubere. Os órgãos que dirigem o CNRM são o Comando das FALINTIL e a Comissão Directiva da FRETILIN. O CNRM consiste em três conselhos executivos conhecidos como a Frente Armada, a Frente Clandestina e a Frente Politica/Diplomática.

A liderança da FRETILIN decide que Xanana Gusmão deve sair da FRETILIN e tornar-se o líder da resistência Timorense à ocupação militar da Indonésia.

1991- é criada a Comissão Coordenadora da Frente Diplomática fora de Timor-Leste para coordenar as actividades do movimento de resistência dos que vivem no estrangeiro.

12 Novembro 1991- Massacre em Santa Cruz. A comunidade internacional condena as Forças Militares Indonésias por terem matado manifestantes Timorenses.

20 Novembro 1992- As Forças Militares Indonésias capturam Xanana Gusmão. Ma' Huno ocupa o lugar de Xanana Gusmão como líder da resistência.

Março 1993- As Forças Militares Indonésias capturam Ma' Huno. Konis Santana torna-se o líder da resistência.

1993- Ramos Horta e Xanana Gusmão propõem à comunidade internacional um plano de paz (Plano para a Autonomia de Timor-Leste). Este plano propõe a autonomia com a Indonésia durante 10 anos com a extensão possível do período de autonomia antes de um referendo sobre Timor-Leste se deve tornar independente.

A delegação da FRETILIN no estrangeiro rejeita o Plano de Paz porque a proposta é contrária ao princípio da FRETILIN "Mate ka Moris, Ukun rasik a'an" (literalmente: Morto ou Vivo, Independência) e também porque a liderança da FRETILIN está consciente do risco de os militares Indonésios comprarem o movimento de independência Timorense durante o período da autonomia.

A liderança da FRETILIN, particularmente a delegação externa da FRETILIN liderada por Mari Alkatiri na África e por Estanislau Da Silva na Austrália, acreditava firmemente que se Timor-Leste se tornasse uma região autónoma da Indonésia nunca ganharia a independência. Além disso, o plano de autonomia não se processaria porque os jovens activistas Timorenses tanto no interior de Timor-Leste como no exterior de Timor-Leste discordavam dessa proposta.

11 Março 1998- Konis Santana morre no distrito de Ermera, a oeste de Dili.

25 Abril a 27 Abril 1998- Convensão Nacional Timorense em Portugal.

O CNRM torna-se CNRT porque a UDT não aceitou a palavra "Maubere" como a identidade nacional Timorense. A Convenção aprova a "Magna Carta" que reforça o conceito de unidade nacional como o meio para libertar Timor-Leste.

15 a 20 Agosto 1998- Conferência Nacional Extraordinária da FRETILIN em Sydney-Austrália.

Lu Olo eleito Coordenador-Geral do Conselho Presidencial da FRETILIN, Mari Alkatiri eleito Primeiro Vice-Coordenador e Ma'Huno eleito Segundo Vice-Coordenador. Ma'Hodu Ran Kadalak é escolhido Secretário para o Secretariado Político da FRETILIN.

30 Agosto 1999- Referendo da Independência em Timor-Leste.

4 Setembro 1999- Resultados das eleições são anunciados com a maioria do povo Maubere a votar pela independência.

As Forças Militares Indonésias e as suas milícias aterrorizam o povo de Timor-Leste. Mataram muitas pessoas e queimaram as infra-estruturas do país.

20 Setembro 1999- INTERFET chega a Timor– Leste.

Outubro 1999- Mari Alkatiri e Lu Olo encontram-se em Timor-Leste. Discutem a re-organização da FRETILIN.

15 Maio a 20 Maio 2000- Conferência Geral de Quadros em Dili com 1250 representantes: FRETILIN de todos os distritos e da diáspora (Timorenses de vários países - Austrália, Reino Unido, Portugal, Moçambique e Itália) atendem a Conferência Geral de Quadros.

10 Julho a 15 Julho 2000- Primeiro Congresso Extraordinário da FRETILIN em Dili. Lu Olo eleito Presidente e Mari Alkatiri Secretário-Geral.

30 Agosto 2001- Eleições para a Assembleia Constitucional com 88
lugares. A FRETILIN ganha 55 lugares.

Setembro 2001- Lu Olo eleito Presidente da Assembleia Constitucional.

20 Maio 2002- Restauração da independência de Timor-Leste. Mari Alkatiri toma posse como Primeiro-Ministro de RDTL. O governo da FRETILIN começa o seu período no poder como o primeiro governo constitucional.

Para mais informações, por favor envie um email para fretilin.media@gmail.com

Publicada por Malai Azul em 08:08 http://timor-online.blogspot.com/